JEJUM E O CÂNCER

Jejum e câncer: aplicação clínica

A vulnerabilidade das células cancerosas à privação de nutrientes e sua dependência de metabólitos específicos são marcas emergentes do câncer. 
Jejum ou dietas que imitam o jejum  levam a grandes alterações nos fatores de crescimento e níveis de metabólitos, gerando ambientes que podem reduzir a capacidade de células cancerígenas para se adaptar e sobreviver e, assim, melhorar os efeitos das terapias do câncer.



Além disso, o jejum aumenta a resistência à quimioterapia em células normais e não cancerígenas e promove a regeneração em tecidos normais, o que poderia ajudar a prevenir efeitos colaterais prejudiciais e potencialmente letais do tratamentos.

Propomos que o combinação do jejum com quimioterapia, imunoterapia ou outros tratamentos representa uma estratégia potencialmente promissora para aumentar a eficácia do tratamento, aquisição de resistência e reduzir os efeitos colaterais.

Resposta sistêmica ao jejum. A resposta ao jejum é orquestrada em parte pelos níveis circulantes de glicose, insulina, glucagon, hormônio de crescimento glicocorticóides e adrenalina. 
Durante uma fase inicial de pós-absorção, que normalmente dura de 6 a 24 horas, os níveis de insulina começam a cair, e os níveis de glucagon aumentam, promovendo o colapso dos estoques de glicogênio hepático (que são esgotados depois de aproximadamente 24 horas) e a conseqüente liberação de glicose para energia. 
Durante o jejum, a maioria dos tecidos utiliza ácidos graxos para energia, enquanto o cérebro depende de glicose e de corpos cetônicos

Fonte: ARTIGO ORIGINAL - CLIQUE AQUI


Traduzido e adaptado por Flávia Trajano



Criadora da Fan Page e administradora do grupo : JEJUM INTERMITENTE SEM MITOS

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